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Sempre que a pele é ferida, sobre ela forma-se um tecido fibroso para reparar e proteger a lesão.  Em alguns casos, esse tecido cresce formando uma cicatriz elevada. São os chamados queloides e, embora não causem danos à saúde, criam uma preocupação estética.

Esse foi o assunto tratado no programa Você Bonita, da TV Gazeta, tendo a participação especial do cirurgião plástico, Dr. Eduardo Lange.

Saiba mais sobre o tema e o que foi abordado no programa televisivo neste post.

Sintomas do Queloide

O queloide pode se formar em qualquer lugar do corpo, mas são mais comuns nas orelhas, ombros, peitos e costas. Os sintoma do queloide podem incluir:

  • coceira na pele;
  • área da pele elevada;
  • área com cicatriz que continua a crescer ao longo do tempo;
  • área de cor avermelhada, rosada ou roxa.

Pode-se levar de 3 meses até um ano até que o queloide apareça e cresça, podendo crescer lentamente por anos. Durante esse crescimento, pode haver coceira e sensibilidade no local  afetado, mas essas sensações cessam quando o queloide para de crescer – o seu tamanho varia muito e elas podem ser macias ou duras.

Causas do Queloide

De acordo com Dr. Eduardo Lange, “o queloide é uma cicatriz que não sabe o momento de parar. Na cicatriz normal há um mecanismo que equilibra o reparo do local afetado. No queloide, por um motivo desconhecido, isso não ocorre, criando um relevo na cicatriz.

As lesões mais comuns que levam ao surgimento de queloide são, entre outras:

  • queimaduras
  • locais de vacinação
  • arranhões
  • colocar brincos
  • piercings
  • tatuagens
  • acne grave
  • cortes

Estima-se que apenas 10% da população mundial tenha tendência para desenvolver o queloide, sendo mais comum em pessoas com histórico do problema na família, grávidas, quem tem ascendência latina ou asiática, adolescentes com problemas severos de acne, pessoas com menos de 30 anos.

Infelizmente não há nada que impeça o surgimento de queloides, porém, pessoas que possuem predisposição genética ou fazem parte do grupo de risco (citados anteriormente) podem repensar decisões como colocação de piercings, brincos ou fazer uma tatuagem.

Tratando o queloide

Queloides são difíceis de serem removidos, mas existem alguns tratamentos que se mostram satisfatórios. Veja alguns deles:

  • Congelamento da cicatriz: usado para reduzir a dureza e o tamanho do queloide, funciona melhor para cicatrizes menores;
  • Terapia a laser: ajuda a achatar o queloide e suavizar a cor da cicatriz.

A cirurgia plástica é uma forma segura de remover queloides e, para evitar o surgimento de nova cicatriz, queloides menores podem receber aplicação de corticoide injetável – no momento da cirurgia -, para inibir o crescimento da cicatriz.

Além disso, deve haver um acompanhamento rigoroso por parte do cirurgião plástico que, entre outras providências, pode efetuar compressão com gel de silicone ou compreensão mecânica – durante um período a ser avaliado casa a caso – para evitar que o queloide retorne.

Ele, também, destacou que uma incisão cirúrgica bem-feita, com bons materiais diminuem as chances de reincidência de queloide, assim como o avanço da idade torna a pessoa menos predisposta a ter a cicatriz.

No programa, Dr. Lange ressaltou que o fato de ter queloide uma vez, não significa que o paciente desenvolverá a cicatriz sempre. “Porém, é dever do médico avisar que há uma maior predisposição a isso“, ressaltou o cirurgião.

Como podemos notar, o queloide pode ser tratado. Mas é essencial contar com o acompanhamento de um profissional experiente e capacitado para obter os melhores resultados.

Se quiser saber mais sobre a queloide, assista na íntegra a entrevista com Dr. Eduardo Lange, no programa da TV Gazeta. 

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