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Nada mais lindo do que uma mãe amamentando seu filho; é o ponto mais alto da maternidade, um cuidado, um carinho, um amor, que só mesmo a mãe pode explicar. Passado esse período mágico, algumas mulheres poderão ficar incomodadas com o excesso de peso ou falta de firmeza das mamas. O primeiro caso consiste na retirada do excesso de pele e tecido mamário dessas mamas muito volumosas, enquanto o segundo tem como objetivo corrigir seios flácidos e atrofiados, aumentando seu volume com próteses e readequando as mamas com a retirada do excesso de pele.

Em teoria, as duas cirurgias não costumam interferir negativamente na amamentação, para aquelas mulheres que desejam ser mães no futuro. Segundo o Dr. Eduardo Lange H., “existem técnicas de mamoplastia redutora que são ainda mais cuidadosas no sentido de preservação da amamentação futura; isso tem comprovação científica”. Na prática, o que pode ocorrer em um número mínimo de mulheres submetidas à mamoplastia no passado é uma dificuldade de amamentar, que jamais saberemos se foi devido ao histórico  cirúrgico ou uma dificuldade de amamentar intrínseca daquela paciente, independente de ter sido operada ou não.

Já o implante de silicone, caso seja colocado atrás da glândula mamária ou músculo peitoral, não interfere na produção de leite. Porém, se ele for inserido via areolar, teoricamente, há chance mínima de dificultar a chegada do leite ao mamilo, especialmente quando a colocação do implante foi recente à amamentação. Nos acessos inframamários e axilar, este risco relativo não existe.

Já fiz cirurgia nos seios, vou poder amamentar?

Provavelmente sim, se você realizou o procedimento há bastante tempo; existe maiores chances de produzir leite e amamentar normalmente, pois os ductos mamários se regeneraram ao longo dos anos e os hormônios da gestação contribuíram nesse processo. Em cerca de 5 anos eles podem voltar a ter sua funcionalidade como antes da cirurgia, segundo alguns estudos.

Não tenha pressa para operar depois da gravidez

Após a gestação, os seios podem ficar maiores e mais flácidos do que antes dela, o que  pode causar flacidez e queda por causa do estiramento da pele, comprometendo sua aparência. Portanto, por mais que a cirurgia pareça uma medida urgente, é necessário aguardar pelo menos três a seis meses após o término da amamentação para considerar uma mamoplastia. Isso porque as mamas mudam muito ao longo dos meses, e é preciso aguardar que elas voltem ao seu estado natural.

Lembre-se que o ideal é que a criança seja amamentada até seis meses; depois disso, já é importante trazer alimentos pastosos ou outros líquidos. Quanto mais longo o tempo de amamentação, mais provável a tendência à flacidez mamária.

Ainda que um tempo mais prolongado de amamentação possa levar à maior flacidez das mamas, existem alguns cuidados que podem minimizar este inconveniente. A hidratação contínua da pele e um bom modelo de sutiã para sustentação são pontos importantes para a prevenção de maior ptose (queda) mamária.

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