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Desfilar com uma barriga sequinha e se ver livre das indesejadas gordurinhas é um desejo sempre presente das mulheres. Não por acaso, a abdominoplastia surgiu como uma opção para resolver esse problema há mais de um século.

No entanto, muita coisa evoluiu nas últimas décadas. Se antes esse tipo de procedimento cirúrgico deixava cicatrizes extensas e oferecia um pós-operatório longo, o aprimoramento da técnica possibilitou corrigir a flacidez da região abdominal com melhores resultados e segurança.

Saiba um pouco mais sobre evolução da abdominoplastia e entenda por que atualmente o procedimento cirúrgico é tão seguro e eficaz!

O início

Os primeiros relatos de cirurgias com o objetivo de retirar gordura abdominal datam de 1880 e faziam referências a cortes elípticos e transversais em torno do umbigo, sem descolamento da parede abdominal ou qualquer atenção à cicatriz.

Durante esse período, as incisões eram grandes, o pós-operatório doloroso e demorado e o procedimento deixava cicatrizes bastante visíveis. Para se ter uma ideia, foi só em 1965 que a incisão da abdominoplastia foi colocada pela primeira vez em zona escondida, sobre o púbis.

Em 1980, a história do procedimento cirúrgico sofreu uma revolução com a chegada da lipoaspiração, técnica que consiste na extração de gordura por punção e extração a vácuo.

Nessa época, a associação dos procedimentos passava por um processo de aprimoramento, e o índice de complicações era alto quando comparado aos atuais, especialmente em se tratando de necrose de pele, que correspondia a um percentual de 4 a 6% da literatura mundial.

No ano 2000, foi desenvolvido e publicado o primeiro trabalho sobre lipoaspiração completa do abdome associada à abdominoplastia tradicional, derrubando de vez o mito de que a associação das duas técnicas não pode ser realizada de maneira segura.

A abdominoplastia hoje

Atualmente, a abdominoplastia é feita com anestesia geral, e pode ou não ser associada à lipoaspiração, dependendo das necessidades e da paciente e indicação médica.

O procedimento cirúrgico começa com uma incisão horizontal, feita na área entre a linha do púbis e do umbigo. Atualmente, existem três técnicas utilizadas para a realização da abdominoplastia e que influem diretamente no tamanho da cicatriz:

  • Mini abdominoplastia: indicada para pacientes que têm excesso de pele entre o pubis e o umbigo, com cicatriz de menor porte, localizada na região pubiana e que pode ser facilmente ocultada com roupa íntima ou biquíni;

  • Abdominoplastia clássica: indicada para pacientes com uma flacidez mais extensa, pode deixar uma cicatriz mais extensa do que a técnica anterior, mas ainda bem baixa, localizada na região do pubis.

  • Abdominoplastia em âncora: geralmente indicada após a cirurgia bariátrica ou para pacientes que perderam muito peso com outros métodos. Deixa uma cicatriz em formato de T invertido, que lembra uma âncora. Estes casos são excepcionais, e devem ser muito bem indicados, somente em pacientes que realmente tem flacidez extrema do abdome, tanto no eixo vertical quanto horizontal

Embora essas indicações sejam as mais comuns, o formato e a extensão do corte necessários em cada caso são individuais, já que a decisão do médico leva em consideração o grau de flacidez, a quantidade de pele a ser corrigida e o histórico médico da paciente, sempre buscando obter os melhores resultados com a menor cicatriz possível.

De qualquer maneira, essa informação é discutida nas consultas do pré-operatório e a paciente fica ciente da localização exata da cicatriz antes da realização da abdominoplastia. “Nenhuma paciente minha passa por surpresa depois de operada, pois sempre informamos com muita veemência como será a sua cicatriz”, esclarece o Dr. Eduardo Lange.

Geralmente, a cirurgia dura entre 2 a 3 horas, e o período de internação de 24 horas. Os pontos são reabsorvidos pelo próprio corpo, numa sutura muito delicada e caprichada. Pela técnica e experiência do Dr. Lange, suas pacientes NÃO precisam usar drenos. O dreno passou a ser desnecessário já há muitos anos na prática cirúrgica da Clínica Lange, pois os espaços internos da cirurgia são totalmente ocluídos, sem chance de acúmulo de liquidos e secreções. Desta forma, a recuperação pós-operatória das pacientes é muito tranquila e mais confortável.

O pós-operatório também não é longo, sendo as duas primeiras semanas de maior repouso, especialmente a primeira. Entre 15 a 20 dias após a cirurgia, a paciente já está liberada para retornar às suas atividades, dependendo da extensão do procedimento.

Nos primeiros 14 dias após a abdominoplastia é essencial manter repouso e seguir as orientações médicas, garantindo uma recuperação em total segurança.  Também é importante não dormir de lado ou de bruços, andar levemente curvada e usar a cinta modeladora pelo período indicado pelo seu médico.

Atualmente, a abdominoplastia é considerada um procedimento bastante seguro, com recuperação rápida e resultados naturais, desde que realizada por um cirurgião plástico experiente e capacitado.

Se você quer saber mais sobre a abdominoplastia e está em busca de uma equipe idônea para a realização da cirurgia, conheça agora mesmo os profissionais da Clínica Lange e agende a sua consulta!

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